Em dias de chuva
Quando desce a cortina de cristal
Não vejo nada do lado de fora...
Só, me vejo
(Wania)
E na platéia...
“Wania vê-se na vidraça
E vendo-se é como se visse
O sorriso do gato de Alice”
Obrigada, Fred! [nas horas e horas e meias]
“dias de chuva
: fecundos lá fora.
fecundos cá dentro...”
Valeu, Talita [História da minha alma]
“E diante da janela, cortina aberta
Sensações de vento e horizonte vermelho
Sonhos por entre as cobertas
E vontades antigas na pele arrepiada”
Obrigada, Lunna! [Teorias Impossíveis]
“A janela a que se olha fora
Mira o que se faz de dentro
Nesse faz, se perde a hora
E se é porta d'alma, adentro”
Obrigada, Francisco [The Lair of Seth-Hades]
“Vendo-se nos reflexos da cortina bendita
Ou por entrar na própria alma,
enxergue-se como te vejo
Mulher de beleza infinita.”
Obrigada, Rossana [Batom e poesias]
Adoro dividir o palco com vocês!

