Não quero mais este meu olhar de profundezas
Onde a realidade é nau de quilha afiada
Singrando as minhas retinas cansadas
Sem porto para atracar...
Quero de volta os meus olhos rasos de criança
Onde o lago cristalino nunca foi sulcado
Por nenhum dos meus barcos alados
Que carregavam os sonhos
Que não cabiam em mim
(Wania)