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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Tudo tem fim...


A vida é carmim,

Não quero marfim!

Ao som de bandolim,

Toco ela assim!

Não quero botequim,

Não quero camarim,

Gosto de folhetim!


Não falo latim,

Nem mandarim,

Só quero um jardim

Cheio de querubim!


Não quero o ruim,

Nem dores sem fim.

Mudar? Quero, sim...

Enfim, penso em mim!

(Wania)



Deixo aqui o meu carinho a todos que participaram da TERTÚLIA VIRTUAL e,

em especial ao EDUARDO P.L. (Varal de Idéias) e ao JORGE PINHEIRO (Expresso da Linha)

por oportunizarem esta “troca” tão gratificante entre todos nós.

TUDO TEM FIM, mas sempre existirão os COMEÇOS!


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Que lugar te faz sentir em casa?


Se existe um lugar que eu me sinto assim, em casa, é em GRAMADO. Cidadezinha da serra gaúcha que eu não me canso de visitar. O caminho eu sei de cor e salteado... Vou serpenteando aquelas encostas com todos os matizes do verde ao dourado enfeitada por guirlandas de hortênsias.




Pequena, ruas bem planejadas, esquinas com bancos de madeiras, canteiros e lampiões antigos. Flores em profusão, nesta época, amores-perfeitos: não poderiam ser mais de
acordo com a relação que tenho com este lugar!


Tudo limpo, tudo bem cuidado. . . Cercada de verde por todos os lados: pinheiros, morros e vales. Há muitos recantos para se ver, para andar, para conversar, para namorar. Durante o dia o sol brilha com força, avivando as cores e aquecendo a alma de todos que por ali passeiam.


À tardinha, a serração vem dormir, chega devagarzinho, como quem não quer nada e vai deitando nas ruas. O frio fica do lado de fora


Pessoas por todo lado em seus casacos grossos, gorros, luvas e mantas de lã. O colorido das roupas contrasta com as tonalidades do cinza que o inverno pinta
na p
aisagem de Gramado.


As construções todas em estilo colonial alemão. Cada janelinha, cada porta, ornamentada por molduras de madeira trabalhada qual um porta-retrato do passado.

No ar paira um cheiro de aconchego, uma mistura de acácia com canela que vem da lenha queimada nas lareiras e nos fogões. A isso se misturam os cheiros das massas caseiras, dos galetos, dos queijos,dos vinhos, dos chocolates, dos strudels de maçã e dos chás fumegantes.




Gramado me faz voltar à infância, me faz sentir o cheiro de
aconchego da minha casa quando eu chegava da Escola, abria a porta e encontrava o almoço gostoso, quentinho e a família sentada em volta da mesa me esperando. Conversas, risos, sentimentos, confidências.






Gramado me faz sentir em casa porque ali eu nunca consigo esquecer o prazer que é estar num lugar que se gosta cercado por quem se ama!


Esta postagem faz parte da Tertúlia Virtual , criada por Jorge Pinheiro (Expresso da Linha) e Eduardo P.L. (Varal de Idéias), acontecendo todo dia 15 de cada mês. Todos os participante da Tertúlia você lê aqui, na CENTRAL DE RELACIONAMENTO.