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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Precipitações...

  

Imagem da internet






Fugindo da tristeza fina que não parava mais de cair

Entrei no primeiro sorriso aberto que encontrei

Nunca me arrependi

Teu céu tem hálito de terra molhada




(Wania)
 











terça-feira, 20 de setembro de 2011

Receita de sonhos...




Uma chuva fininha

Um beijo roubado

E um amor começado



Dois olhos clarinhos

Um par de castanhos

E sonhos de todos os tamanhos


(Wania)









segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sanidade insana...




Na flauta doce dos teus lábios

Tiro todos os sons

Para compor a minha alegria


Sopro de loucura

Dançando com a razão

Na chuva dos meus dias


(Wania)






domingo, 7 de novembro de 2010

Ao cubo...






Arte no museu
Paris na chuva
Na esquina um violinista
e suas claves de sol, todo egoísta
Eu, casacão, gorro e luvas
Na rua sou mais um reflexo
neste caleidoscópio cubista!

(Wania)


Fotografia retirada da internet


domingo, 4 de abril de 2010

Na coxia...




Em dias de chuva

Quando desce a cortina de cristal

Não vejo nada do lado de fora...

Só, me vejo


(Wania)



E na platéia...


“Wania vê-se na vidraça
E vendo-se é como se visse
O sorriso do gato de Alice”

Obrigada, Fred! [nas horas e horas e meias]




“dias de chuva
: fecundos lá fora.
fecundos cá dentro...”

Valeu, Talita [História da minha alma]




“E diante da janela, cortina aberta
Sensações de vento e horizonte vermelho
Sonhos por entre as cobertas
E vontades antigas na pele arrepiada”

Obrigada, Lunna! [Teorias Impossíveis]




“A janela a que se olha fora
Mira o que se faz de dentro
Nesse faz, se perde a hora
E se é porta d'alma, adentro”

Obrigada, Francisco [The Lair of Seth-Hades]




“Vendo-se nos reflexos da cortina bendita
Ou por entrar na própria alma,
enxergue-se como te vejo
Mulher de beleza infinita.”

Obrigada, Rossana [Batom e poesias]



Adoro dividir o palco com vocês!